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O ambiente de desenvolvimento internet não é mais campo do amadorismo curioso e do hobby. Hoje há o entendimento pleno de que um website profissional é construído por equipes. Designers são a veia artística dessas equipes. Analistas de sistemas são sua racionalidade lógica. A combinação de ambos produz o resultado mais eficiente.
O designer especializado em internet recebeu o nome de webdesigner e este cara não se preocupa apenas com estética. Ele precisa se apoiar em conhecimentos acumulados, é um artista que trabalha dentro de parâmetros claramente definidos. Leva em conta as condições do meio, a estrutura prática de navegação, a largura de banda consumida por sua criação, a correta hierarquia das informações e, claro, as exigências do cliente. É um artista que deve ter jogo de cintura, até por que, diferentemente de um quadro ou uma escultura, um website não existe apenas para ser admirado. Ele precisa ser útil, prático e incisivo e focado em seu propósito, seja ele comercial ou não.
O analista de sistemas neste ambiente também não é o mesmo que em outras áreas. Raramente se vê hoje um analista que não desenvolva softwares, ou seja, que não seja também um programador. A maior parte é capaz, inclusive, de criar estruturas complexas de bancos de dados. Este cara precisa ser flexível e ter um enorme interesse em aprender. Vejamos:
Partamos da pedra fundamental, sobre a qual uma sopa de letrinhas vai edificar um grande castelo. Do HTML originou-se o DHTML, com recursos dinâmicos que podiam agregar movimentos aos websites; em seguida veio o javascript e o CGI, que hoje é muito pouco utilizado mas já foi o recurso mais "pop" de seu tempo para websites programados, na maioria das vezes usava linguagens Perl ou C e finalmente, os recursos mais modernos, como o ASP, o PHP, JSP e JAVA. Atualmente as empresas buscam desenvolvimentos baseados em ASP.NET, XML e o mais novo elemento deste elenco, o AJAX.
E nada disso foi ou é modismo. Cada linguagem acrescentou funcionalidade, funções antes inexistentes, novas possibilidades que melhoraram o desempenho dos websites, na frente e atrás da tela. O design acompanhou tudo isso como bem sabe quem é “antigo” usuário de internet — imaginem o caminho percorrido das telas cinzas do Netscape de 1995 ao que vemos hoje na rede mundial. Para os desenvolvedores é adaptar-se ou morrer. Sempre. Por isso empresas especializadas como a nossa se mantém em permanente estado de atenção e com equipes, de designers e de analistas-programadores, sempre trabalhando em conjunto nos limites tecnológicos dessa nova fronteira.
Autor: Daniel Alexandrino

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